Episódio 2: Materiais e Equipamentos, parte 1

E chega ao ar mais um episódio do Swordcast, o primeiro podcast brasileiro sobre Swordplay! Este episódio é dedicado especialmente aos forjadores, seres abnegados e esforçados que constroem os equipamentos utilizados nos combates de Swordplay. Como o assunto é longo, o episódio ficou extenso e foi dividido em duas partes.

Neste mês, Ivar e Artur (Gladius Swordplay) recebem mais uma vez o ilustre convidado Pirajá para uma discussão sobre alguns tipos de armas e materiais utilizados nas superfícies de impacto, juntamente com os prós e os contras (especialmente os contras!) envolvidos na fabricação de armas exageradamente exóticas. Confiram!

Destaques:

  • 01:11 — Introdução
  • 03:00 — A escolha do equipamento
  • 04:04 — Katar: a controvérsia
  • 06:20 — Armas exageradamente exóticas e referências históricas
  • 07:50 — Machado, martelo, maça, mangual: As armas de impacto
  • 11:12 — Foices e armas derivadas de ferramentas
  • 14:54 — Materiais para a forja
  • 16:14 — Espumas: As superfícies de impacto
  • 35:16 — Papo de Taverna: Água, chuva, sapatos molhados, escorregação artística.

Download: Materiais e Equipamentos, parte 1

Links citados:

Categoria: podcast, Swordcast
  • Magno Gouveia diz:

    Primeiramente, parabens pelo cast, esse episódio está muito bom!
    gostaria de comentar sobre um dos métodos citados.

    Bem, o método antigo (sanduíche) citado no podcast realmente é mais “sujo” e trabalhoso, e o aspecto estético as vezes pode deixar a desejar, porém a sua durabilidade é muito superior ao método novo, as armas podem durar até 4 anos (no caso a minha espada feita em 2008 continua inteira) já espadas do novo método, apesar da vantagem de reutilizar o cano, quase sempre quebram com um ano de uso.

    é isso, parabéns pelo cast, já virei ouvinte oficial xD

    • Pirajá diz:

      Salve Magno! Ficamos muito satisfeitos em saber que nosso projeto está agradando! =)

      Concordo contigo sobre a durabilidade superior do método antigo quando comparado com o novo. Conheço diversos equipamentos feitos há mais de 3 anos que ainda estão em uso, enquanto outros feitos com o novo método chegam, no máximo, aos 2 anos.

      Mas considerando os custos (tanto monetários quanto e mão-de-obra), o novo método certamente continua sendo mais vantajoso. Especialmente se for considerada a necessidade de “produção em massa” que qualquer grupo de Swordplay tem.

      Forte abraço e até o próximo SwordCast! =)

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